Os mortos na cidade Os mortos na cidade costeira sul-africana de Durban poderão vir em breve a ser enterrados “de pé” em consequência de uma aguda falta de espaço nos cemitérios municipais, noticiou ontem a Agência Lusa, citando as autoridades locais.

Segundo esta fonte, confrontada com uma crise de superlotação dos cemitérios, a Câmara Municipal de Durban decidiu encerrar de imediato 55 cemitérios e proibir a colocação de lápides nas sepulturas mais recentes por ocuparem demasiado espaço.

Outras medidas em estudo e que deverão ser aplicadas com carácter de urgência para fazer face à situação incluem a exumação de milhares de corpos para serem de novo enterrados em sepulturas de tamanho reduzido, a reciclagem de sepulturas (medida já aprovada em 2007 pelo Conselho Municipal) e, eventualmente, a obrigatoriedade de se enterrarem os mortos na posição vertical.

As agências funerárias da cidade, que tem uma população de mais de três milhões de habitantes, escusam-se neste momento a comentar a possível proibição de serem colocadas pedras tumulares nas sepulturas, afirmando estarem conscientes do impacto que uma tal medida poderia ter no sector.

Thembinkhosi Ngcobo, director da Divisão de Parques e Recreação do município, disse à LUSA que os cemitérios foram apenas encerrados para serem levadas a cabo as necessárias alterações e a reciclagem das sepulturas mais antigas.

“Iremos trasladar restos humanos com dignidade e eles serão colocados em sepulturas mais pequenas, as quais constituirão um espaço de memória no interior do mesmo cemitério, mas entretanto Durban tem de deixar de utilizar terra com enorme valor dentro dos limites da cidade para funerais, passando-os para a periferia”, explicou o autarca.costeira sul-africana de Durban poderão vir em breve a ser enterrados “de pé” em consequência de uma aguda falta de espaço nos cemitérios municipais, noticiou ontem a Agência Lusa, citando as autoridades locais.

Segundo esta fonte, confrontada com uma crise de superlotação dos cemitérios, a Câmara Municipal de Durban decidiu encerrar de imediato 55 cemitérios e proibir a colocação de lápides nas sepulturas mais recentes por ocuparem demasiado espaço.

Outras medidas em estudo e que deverão ser aplicadas com carácter de urgência para fazer face à situação incluem a exumação de milhares de corpos para serem de novo enterrados em sepulturas de tamanho reduzido, a reciclagem de sepulturas (medida já aprovada em 2007 pelo Conselho Municipal) e, eventualmente, a obrigatoriedade de se enterrarem os mortos na posição vertical.

As agências funerárias da cidade, que tem uma população de mais de três milhões de habitantes, escusam-se neste momento a comentar a possível proibição de serem colocadas pedras tumulares nas sepulturas, afirmando estarem conscientes do impacto que uma tal medida poderia ter no sector.

Thembinkhosi Ngcobo, director da Divisão de Parques e Recreação do município, disse à LUSA que os cemitérios foram apenas encerrados para serem levadas a cabo as necessárias alterações e a reciclagem das sepulturas mais antigas.

“Iremos trasladar restos humanos com dignidade e eles serão colocados em sepulturas mais pequenas, as quais constituirão um espaço de memória no interior do mesmo cemitério, mas entretanto Durban tem de deixar de utilizar terra com enorme valor dentro dos limites da cidade para funerais, passando-os para a periferia”, explicou o autarca.